De todos os males, apenas um; Mais um blog, talvez o mais honesto até agora, sem grandes feitos ou grandes templates, na realidade não planejava um blog, mas, realmente, precisava de um lugar para me expressar quanto às atividades do cotidiano.
Sou uma artista, pelo menos me considero uma de alma, e como leitora, sendo assim aspirante a escritora decadente com problemas de dependência a entorpecentes, abro o primeiro post com alguns fatos que notei durante a minha passagem por blogs.
Como adolescentes reclamam, alias, não é nem reclamar, é apenas ter o rei sobre a barriga. Como fã de criaturas inexistentes, procuro muitos materiais de leitura nova em fóruns de sites com e – books, meus amados e – books. Neste abria-se um link sobre uma entrevista com a Anne Rice, comentando sobre true blood e twilight. Bom sempre, algumas críticas a infeliz da Stephanie Mayer e sua saga de vampiros brilhantes, algo me captou a atenção, os comentários de garotas, provavelmente 12 á 15 anos, com criticas como “Despeitada, invejosa, e fracassada”, demorei algum tempo para controlar a indignação e poder pensar numa crítica construtiva e mostrar um pouco de controle sobre a minha pessoa.
Indago, como pessoas, podem chamar uma artista mundialmente conhecida por suas sagas, de fracassada, se orgulhando de mostrar ignorância sobre o fato de que Twilight foi, parcialmente, inspirado nas obras dela, ainda ter a arrogância de falar de twilight como se fosse a melhor saga do mundo, menosprezando livros mil vezes melhores. Para mim, twilight não passa de uma leitura pobre de tema, que se baseia em teorias falhas e superficiais com leitores de capacidade duvidosa quanto a questão de reflexão de tema, todo questionamento dos próprios personagens é falho no livro, mostrando uma falta de pesquisa. No final acredito que ela simplesmente escreveu para passar o tempo, pois essa saga não agrega em nada, moral ou cultural; um livro para pessoas que não querem pensar, e este é o problema, pensar está ficando raro, todos querem tudo pronto, tudo feito, me chamem de crítica ferrenha, mas não posso engolir uma atitude imatura e prepotente de pessoas que provavelmente nunca leram pequeno príncipe, ou sequer fugiram das “leituras obrigatórias escolares”.
Fora isso, nada mais,
Nom.
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
Pequenas porções de ilusão.
Marcadores: críticas, falta de laço, livros, mundo, velhice precoce às 20:18
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