Nunca fui de falar muito, a timidez tomava o rosto o colorindo de vermelho, o nervosismo se via nas mãos tremulas e os cabelos sobre o rosto, essa era uma rotina que tinha ao apresentar trabalhos. Aos poucos fui me interessando pela observação de pessoas, gostava de ver pessoas nas ruas e formular hipóteses pela expressão dos rostos, dentista, veterinário, namorado, e, assim, formulava histórias para aqueles que estavam em transitar perto de mim;
Talvez nem seja a melhor forma de falar, mas algumas pessoas me interessam, cativam de uma maneira que se transformam em minhas próprias rosas, com redomas de vidro para protegê-las do frio e minha atenção para aprender com elas. De todas as pessoas que tomaram minhas afeições, algumas a vida levou, umas mais dolorosas que as outras, mas ainda sim despedidas demoradas ou não. Porém as que ficaram se tornaram sólidas, como uma rocha, mas belas como aquele sentimento saudoso de lembrança boa da infância.
Neste misto de observação, quando as palavras faltavam e me via presa aqueles que admirava, uma prisão, uma necessidade daqueles que se tornaram meus afetos, neste dia de hoje refleti sobre aqueles que ficaram, que como ocupam aquele espaço destinado a poucos, aquele espaço que se torna confuso, maluco. Tudo isso para ver que aquilo que chamava de afinidade, de curiosidade se tornou algo a mais, admiração, carinho e por que não, amor.
Me toma as lembranças aqueles que eu guardo junto a mim, minhas emoções nem sempre calmas, e minhas verdades nem sempre tão delicadas, a estes poucos que dedico meu amor, incondicional, guardo um pouquinho deles em mim, só podendo agradecer aqueles que me ensinaram ser quem eu sou, a amadurecer, e me ajudaram a costurar os retalhos de minhas lembranças de momentos com eles.
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
Pequenas porções de ilusão.
Marcadores: críticas, falta de laço, livros, mundo, velhice precoce às 20:18
De todos os males, apenas um; Mais um blog, talvez o mais honesto até agora, sem grandes feitos ou grandes templates, na realidade não planejava um blog, mas, realmente, precisava de um lugar para me expressar quanto às atividades do cotidiano.
Sou uma artista, pelo menos me considero uma de alma, e como leitora, sendo assim aspirante a escritora decadente com problemas de dependência a entorpecentes, abro o primeiro post com alguns fatos que notei durante a minha passagem por blogs.
Como adolescentes reclamam, alias, não é nem reclamar, é apenas ter o rei sobre a barriga. Como fã de criaturas inexistentes, procuro muitos materiais de leitura nova em fóruns de sites com e – books, meus amados e – books. Neste abria-se um link sobre uma entrevista com a Anne Rice, comentando sobre true blood e twilight. Bom sempre, algumas críticas a infeliz da Stephanie Mayer e sua saga de vampiros brilhantes, algo me captou a atenção, os comentários de garotas, provavelmente 12 á 15 anos, com criticas como “Despeitada, invejosa, e fracassada”, demorei algum tempo para controlar a indignação e poder pensar numa crítica construtiva e mostrar um pouco de controle sobre a minha pessoa.
Indago, como pessoas, podem chamar uma artista mundialmente conhecida por suas sagas, de fracassada, se orgulhando de mostrar ignorância sobre o fato de que Twilight foi, parcialmente, inspirado nas obras dela, ainda ter a arrogância de falar de twilight como se fosse a melhor saga do mundo, menosprezando livros mil vezes melhores. Para mim, twilight não passa de uma leitura pobre de tema, que se baseia em teorias falhas e superficiais com leitores de capacidade duvidosa quanto a questão de reflexão de tema, todo questionamento dos próprios personagens é falho no livro, mostrando uma falta de pesquisa. No final acredito que ela simplesmente escreveu para passar o tempo, pois essa saga não agrega em nada, moral ou cultural; um livro para pessoas que não querem pensar, e este é o problema, pensar está ficando raro, todos querem tudo pronto, tudo feito, me chamem de crítica ferrenha, mas não posso engolir uma atitude imatura e prepotente de pessoas que provavelmente nunca leram pequeno príncipe, ou sequer fugiram das “leituras obrigatórias escolares”.
Fora isso, nada mais,
Nom.
Sou uma artista, pelo menos me considero uma de alma, e como leitora, sendo assim aspirante a escritora decadente com problemas de dependência a entorpecentes, abro o primeiro post com alguns fatos que notei durante a minha passagem por blogs.
Como adolescentes reclamam, alias, não é nem reclamar, é apenas ter o rei sobre a barriga. Como fã de criaturas inexistentes, procuro muitos materiais de leitura nova em fóruns de sites com e – books, meus amados e – books. Neste abria-se um link sobre uma entrevista com a Anne Rice, comentando sobre true blood e twilight. Bom sempre, algumas críticas a infeliz da Stephanie Mayer e sua saga de vampiros brilhantes, algo me captou a atenção, os comentários de garotas, provavelmente 12 á 15 anos, com criticas como “Despeitada, invejosa, e fracassada”, demorei algum tempo para controlar a indignação e poder pensar numa crítica construtiva e mostrar um pouco de controle sobre a minha pessoa.
Indago, como pessoas, podem chamar uma artista mundialmente conhecida por suas sagas, de fracassada, se orgulhando de mostrar ignorância sobre o fato de que Twilight foi, parcialmente, inspirado nas obras dela, ainda ter a arrogância de falar de twilight como se fosse a melhor saga do mundo, menosprezando livros mil vezes melhores. Para mim, twilight não passa de uma leitura pobre de tema, que se baseia em teorias falhas e superficiais com leitores de capacidade duvidosa quanto a questão de reflexão de tema, todo questionamento dos próprios personagens é falho no livro, mostrando uma falta de pesquisa. No final acredito que ela simplesmente escreveu para passar o tempo, pois essa saga não agrega em nada, moral ou cultural; um livro para pessoas que não querem pensar, e este é o problema, pensar está ficando raro, todos querem tudo pronto, tudo feito, me chamem de crítica ferrenha, mas não posso engolir uma atitude imatura e prepotente de pessoas que provavelmente nunca leram pequeno príncipe, ou sequer fugiram das “leituras obrigatórias escolares”.
Fora isso, nada mais,
Nom.
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